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Cerveja Duff agora é fabricada no Brasil!

Uma das bebidas mais famosas da ficção acaba de chegar no mundo real para os brasileiros! A cerveja Duff, favorita de Homer Simpson, já começou a ser produzida numa fábrica brasileira, localizada na cidade de Forquilinha, em Santa Catarina.

Por enquanto, a distribuição da cerveja está limitada apenas ao estado de São Paulo. O diretor de vendas da fábrica acredita que a distribuição para as outras capitais do país deve começar em até um ano.

fonte: JNN

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A Origem 2? Rumores dizem que Nolan irá trabalhar em prequel do filme

“A Origem” (Inception para os íntimos) foi um dos melhores filmes de 2010 na minha opinião em vários sentidos.

Desde a atuação, com Leonardo DiCaprio…. um trilha foda do Hanz Zimmer, e efeitos de cair os queixo. O que mais? Ah uma história FODA e altamente mindfuck.

Pois bem. Parece que Christopher Nolan vai voltar ao caderninho logo após o término de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

O site Moviemaster afirma de recebido um email de suas fontes internas da Warner afirmando a notícia do segundo filme de A Origem. Só que dessa vez, o filme teria uma pegado anterios ao da obra original, mostrando o início do uso da tecnologia de invasão de sonhos e o estudo sobre a extração e inserção de informações.

O prequel se passaria numa espécie de guerra entre terroristas e militares, onde o dispositivo seria utilizado pelos vilões não roubar informações dos líderes de governos, mas para inserir informações que o incentivassem a mudar de lado.

Interessante né? A fonte ainda informa que nenhum personagem do filme anterior teria
participação, e que Nolan já começou a escrever o roteiro, mesmo ainda tendo que resolver algumas coisas do novo Batman.

Vou ser sincero. Não sei se A Origem é um filme que precisa de um outro filme. O clima dele e o final aberto a inúmeras interpretações fez com que o filme já fosse foda por si só. Mas acho válido a criação de uma história anterior a tudo, desde que ela não desfaça nada do universo do primeiro filme. E é aquela história: In Nolan We Trust.


fonte: Tudo em Geral

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Wizards of the Coast anuncia oficialmente a 5ª edição de Dungeons & Dragons!

A 4ª edição de D&D, lançada em 2008, foi tanto revolucionária quanto conturbada. As mecânicas conseguiam criar um jogo extremamente equilibrado dentro das regras, sem as abominações que algumas regras furadas da 3ª edição permitiam. Ficou também um pouco mais fácil para os iniciantes jogarem, e em pouco tempo, a 4ª edição só aumentou de tamanho.

Mas a cada novo livro, com regras ainda mais equilibradas e definidas, e material cada vez mais expandido, o sentimento da comunidade de RPG, sejam designers ou jogadores, sejam adoradores da 4E ou gente que mesmo não gostando até jogava, começou a sentir que a edição estava mecânica demais.

O número de livros e suplementos lançados para a 4E entre 2008 e 2012 não chegou nem na metade da enorme quantidade lançada para a 3ª edição, entre 2000 e 2008. Mesmo assim, os desenvolvedores prezavam tanto pelas regras e pelo equilíbrio da mecânica que conseguiram desgastar a edição rapidamente, e a própria Wizards of the Coast, que comprou os direitos de D&D da TSR ainda nos anos 90, admitiu isso.

No entanto, a culpa não é somente da 4E e de suas regras. O declínio nas vendas de todos os sistemas de RPG (exceto os mais independentes, que ficam numa marge de sucesso boa para seu tamanho) vem desde 2005; um declínio lento e firme, mas um declínio mesmo assim.

É por isso que a WotC anuncia oficialmente, hoje, dia 9 de janeiro de 2012, a 5ª edição de Dungeons & Dragons! Quem já estava no fórum oficial de discussão, já sabia que o anúncio estava a caminho. O anúncio oficial da 5E chegou às 13h, horário de Brasília, mas o New York Times fez o anúncio uma hora e meia antes, falando até demais. Os blogs de RPG do mundo todo se revoltaram pela quantidade de material que o NYTimes revelou, visto que todos concordaram em liberar os materiais apenas após o anúncio oficial.

O desenvolvimento da nova edição do sistema será feito em conjunto com os fãs. Todos os desenvolvedores, entre eles o respeitado Monte Cook (que estará no Brasil neste ano!) ficarão constantemente acompanhando o feedback dos fãs, através do fórum de discussão, de pesquisas e simples enquetes. O objetivo é que a criação seja um conjunto de ideias dos jogadores e mestres, assim como um jogo de RPG é o resultado da imaginação conjunta do mestre e dos jogadores.

Para tornar o RPG mais atrativo nesta época de tantos jogos eletrônicos que entregam mundos fantásticos e jogabilidades excelentes, os desenvolvedores querem voltar ao sentimento do RPG de mais de 3 décadas atrás, quando as propagandas na TV de D&D prometiam verdadeiros mundos fantásticos para a sua imaginação. A questão é: como criar interesse nisto nesta época?

Outro problema dos RPGs atuais era o mercado de card games e war games, com miniaturas e cartas, dos quais a 4E até conseguiu abocanhar uma boa parcela de jogadores, mas não conseguiu dosar tanto. Apesar de não expressar obrigatoriedade no sistema, era quase impossível jogar a 4E sem um tabuleiro ou sem miniaturas.

Nada de mal em jogar com minis ou mapas (a maioria até prefere), mas com um sistema baseado em quadrados, era difícil conseguir jogar sem os acessórios. Mais difícil ainda era você usar os acessórios, mas encontrar com a falta de acesso, ou com produtos bem caros aqui no Brasil (devido à importação). Como isso será na nova edição?

Mais um problema da 4E foi também os serviços com seus programas, através do D&D Insider. O acesso aos artigos e publicações sempre foram excelentes, assim como a primeira ferramenta, o Character Builder. No entanto, o Character Builder tornou-se exclusivamente online, ajudando aos usuários de Mac e Linux, mas atrapalhando quem queria acesso ao programa offline. A mesa online, prometida ainda antes do lançamento da edição, viu sua edição alpha de testes só no último ano, e estava deveras capenga.

Os jornalistas especialistas acreditam numa coisa: se tivermos tempo de teste o suficiente, com a forma correta de interpretar o feedback dos jogadores, procurando em primeiro lugar trazer o sentimento de jogo do RPG clássico, a 5ª edição será um verdadeiro tesouro. O medo de alguns se encontra no fato de a Wizards of the Coast querer agradar a todos os tipos de jogadores.

O cenário principal voltará a ser o Forgotten Realms, que será suportado desde o início do desenvolvimento e lançamento do sistema. No entanto, os desenvolvedores avisaram que todo o cenário em qualquer parte de sua história será suportado! Você não precisará jogar desde os eventos mais recentes se não quiser, e pelo menos agora você terá o suporte das regras para fazer isso.

Você pode participar do desenvolvimento de várias formas. Por enquanto, você pode acompanhar os artigos semanais Rule of Three e Legends & Lore e se registrar para participar de futuros playtests (o Brasil não deve estar incluído a princípio). E claro, acompanhar o site oficial, assim como a comunidade oficial da Wizards of the Coast.

O grande propósito da nova edição, assim como sua forma de criação, é fazer com que pessoas novas ou velhas no hobby aprendam ou lembrem do verdadeiro sentimento e da alma de D&D.


fonte: JNN

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Cinco sequências que não deveriam ter existido - #3 Alien: A Ressurreição


Alien foi uma grande inovação no gênero sci-fi/horror, Aliens chutou cada rabo que ousou sentar em uma sala de cinema em frente ao filme e Alien 3 urinou em ambos enquanto gritava, "Já deixamos claro o bastante os temas de estupro e gravidez?"

Alien 4 disse: "Não."


Por que não deveria ter existido:


Alien 3 iniciou com a morte de metade dos personagens remanescentes dos outros filmes, e destruíu tanto a franquia que a outra metade se suicidou até o fim do filme. A Tenente Ripley deu um duplo twist carpado pra dentro de chumbo quente, enquanto seu peito explodia. É o mais morto que se pode estar num filme que não é do Schwarzenegger.

"Os criadores do quarto filme pensaram que isso era apenas um detalhe sutil"


Você poderia jurar que os caras que fizeram o Alien: A Ressureição viram seus pais morrerem assistindo os três filmes anteriores, e por isso resolveram se vingar destruindo a franquia e matando todos que gostavam dela. Eles ressuscitaram Ripley como Ripley-8, mas é melhor chamá-la de Yelpir, pois ela consegue ser o exato oposto de tudo o que o personagem tinha sido, chegando ao ponto de ficar de conchinha com os aliens.

"Me sinto tão segura em suas garras"

Claro que, para chegar a esse ponto, ela deve passar por uma ressurreição geneticamente mais impossível do que o resultado do teste de paternidade do bebê de Tila Tequila - muitas coisas horríveis deram errado lá dentro para que o resultado faz sentido.

Eles mostram que o clone está em crescimento desde a infância, mas ainda tem: memórias (impossível), o parasita alien (impossível) e habilidades aliens sobre-humanas (super-impossível, já que o único poder que o ácido alien dá para humanos é o poder de virar uma poça de sangue).

Yelpir passa o resto de seu tempo na tela acreditando que "personagem feminina forte" significa "puta". É como se dois idiotas que odiavam Ripley de maneiras diferentes tivessem se revezado para escrever as falas dela. E, considerando o quanto a produção foi tosca, pode ser realmente o que aconteceu.

A grande revelação da trama é que os Aliens agora podem engravidar. Algo tão ridículo que eles tiveram que, literalmente, adicionar um narrador ao monstro para poder explicar melhor. O novo Alien meio-humano nasce completamente formado. Isso significa NADA de estágios de ovo, parasitismo, larva explodidora de tórax, duas-bocas, ou face horrível levemente semelhante à um pênis.

Até ET, do Spilberg, foi mais fiel ao primeiro Alien, por que o ET era xenomorfo, terrivelmente feio e os militares continuavam querendo matá-lo.

O enredo termina com Yilrep e Winona Ryder (que se encaixa na franquia, tão bem quanto um Ursinho Carinhoso) olhando tristes enquanto matam um Alien. Os três primeiros filmes da franquia davam mais emoção em ver um alien morrendo do que os jogos de video-game atuais. Até a porcaria do Tubarão 4 , já comentado aqui, parecia ter mais emoção em matar a maldita criatura.

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Cena de Cinema [#9]

Depois de muito tempo improdutivo, decidi tentar fazer uma média de um filme por dia, nessas férias. Começando por ontem que vi um filme que sempre tive um pouco de preconceito, Moulin Rouge - Amor em Vermelho.
Nicole Kidman e Ewan McGrego, protagonizam o filme e essa linda cena musical, juntando várias músicas modernas nesse clima boêmio de Paris. Na cena vemos Christian (Ewan McGregor) discutindo, em forma de música, com Santine (Nicole Kidman) sobre o amor, passando por músicas clássicas de Beatles, Kiss entre outras bandas e cantores.


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Cinco sequências que não deveriam ter existido - #4 Highlander, A Ressureição


Highlander fez um filme com swashbuckling numa época em que todos os filmes de ação estavam cada vez mais investindo em explodir coisas. Por isso, eles inventaram swashbucklers que causavam explosões. Quando dois dos Imortais do filme lutam, as coisas explodem quase sem motivo, e quando um deles ganha ainda mais coisas explodem, por menos motivo ainda. E mesmo assim continua sendo a coisa mais legal que hollywood fez com espadas desde os sabres de luz. E, assim como os filmes dos sabres de luz, os filmes mais recentes são uma grande porcaria.


Por que não deveria ter existido:


Tudo o que aconteceu no primeiro filme tinha se fechado. Os Imortais estavam todos mortos. Connor MacLeod era mortal, psiquicamente onisciente, pegou a garota que ele queria, tinha decidido se acalmar, e até seus novos poderes o deixaram mais fraco por que ele os usou para saber o que a namorada estava pensando.

Seus dias de brucutu não podiam estar mais acabados nem se ele tivesse perdido a luta final do primeiro filme e tivesse sido decaptado, por que mesmo se isso tivesse acontecido o corpo ainda teria culhões.

Eles até colocaram um aviso na trama do primeiro filme, dizendo claramente que "There can be only one!" (Pode haver apenas um!). E, assim como em todos os avisos antigos, quando quebrado liberou horrores inimagináveis.

Em A Ressureição, toda a mitologia 'brucutu' que não foi explicada no primeiro filme, por que "quem se importa?", recebeu uma explicação que conseguiu invalidar todos os fatos do primeiro filme.

Nenhuma legenda foi tão bem sucedida em mandar os espectadores irem se foder desde que "Masturbação: Faça Você Mesmo" foi legendado para ajudar os deficientes auditivos


Apesar de o primeiro filme mostrar mais de dois Imortais de mais de 500 anos atrás, A Ressureição expica que a origem dos Imortais ocorreu quando o planeta Zeist resolveu exilar dois criminosos traidores há 500 anos. Aparentemente, o planeta Zeist possuia um Teleporter Criador de Imortalidade, mas o usava apenas em criminosos que tentavam matar o governante. O governante do planeta Zeist é Michael Ironside, que claramente acredita que esse é mais um dos filmes da Disney.

Para entender como esse filme o quanto esse filme não faz sentido, em relação ao primeiro, vamos comparar o começo de cada um:

Highlander abre com um combate de wrestling e continua com uma luta de espadas que explode um estacionamento. A Ressureição abre com uma mensagem importante sobre o meio ambiente e depois continua com um velho adormecendo na Ópera. Connor só usa seus poderes psíquicos de Al Gore, e então gasta 30 minutos do filme como um homem velho à espera de morrer antes de ser atacado pelo primo retardado dos gêmeos de Matrix.

The face of action!

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RIP: Gravadoras anunciam fim do CD para 2012


É isso mesmo negadiz. A vida do CD está chegando ao fim, e segundo boatos, será ano que vem.

Segundo o site Side-line.com e diversos outros, as grandes gravadoras já decidiram: não utilizarão mais a mídia física CD até o final de 2012, tendo interesse apenas no formato digital. Apesar de não existir um comunicado oficial, as gravadoras que foram consultadas sobre a decisão não se preocuparam em desmentir tal medida, respondendo apenas com um “no comments”.

O boato já está rolando a mais de 3 semanas, com informações adicionais, como o interesse de apenas manter a mídia para edições especiais ou de luxo.

A Amazon, atualmente a maior vendedora de CDs do mundo, teoricamente será a única a trabalhar com o tal formato, sendo que eles provavelmente irão usar isso como um diferencial nas vendas (compre o álbum digital completo e ganhe o CD).

Fiquei realmente surpreso com essa notícia. Já estava claro que o CD estava com os dias contados, principalmente depois do iTunes Store e da Amazon MP3 Music Store. Outros serviços como o Grooveshark e Google Music também servem como base para tal teoria.

Mas acredito que esta decisão ainda seja prematura demais. Em mercados como o Brasil e outros na qual a venda digital ainda não é muito difundida, esse tipo de decisão é um tiro no pé ao meu ver, pois por mais que aqui exista uma “cultura da pirataria”, os poucos que compram álbuns originais, ainda utilizam a mídia física.

Resta saber se as majors irão adotar essa decisão em todos seus campos de atuação.

fonte: Microfonia

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